Coração Na Mão
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Coração na Mão
"Coração na Mão" surge como o corpo de prova, a conclusão visual no culminar de uma trilogia dedicada à resiliência do afeto. Após a instalação Sopa de Coração, a performance Do Fundo do Coração e a exposição e performance Coração, este trabalho captura a materialização de um sentimento que recusa a invisibilidade, habitando a fronteira ténue entre a intimidade e o domínio público.
As imagens exploram a metáfora de raízes intrincadas que brotam do corpo e de objetos quotidianos, transformando a margem — o lugar do silêncio ou da periferia — num solo fértil de resistência. Aqui, o afeto não é apenas uma emoção, mas uma estrutura viva que invade o espaço. Estar "nas margens" revela-se, assim, como um ato de renascimento constante.
Através de um emaranhado simbólico que une o orgânico ao doméstico, a obra documenta a vitalidade inesgotável daqueles que fazem do próprio coração o pilar de um lugar. É um convite para observar como o amor, quando levado "na mão", se torna a raiz mais profunda e inabalável da existência, florescendo precisamente onde o pessoal se torna político.
Ana Efe
Abril, 2026
‘Heart in Hand’ emerges as the body of evidence, the visual conclusion at the culmination of a trilogy dedicated to the resilience of affection. Following the installation Sopa de Coração (Heart Soup), the performance Do Fundo do Coração (From the Bottom of My Heart) and the exhibition and performance Coração (Heart), this work captures the materialisation of a feeling that refuses invisibility, inhabiting the fine line between intimacy and the public sphere.
The images explore the metaphor of intricate roots sprouting from the body and from everyday objects, transforming the margins — the place of silence or the periphery — into fertile ground for resistance. Here, affection is not merely an emotion, but a living structure that invades the space. Being “on the margins” thus reveals itself as an act of constant rebirth.
Through a symbolic entanglement that links the organic with the domestic, the work documents the inexhaustible vitality of those who make their own heart the pillar of a place. It is an invitation to observe how love, when taken ‘by the hand’, becomes the deepest and most unshakeable root of existence, blossoming precisely where the personal becomes political.
Ana Efe
April, 2026
Artista multidisciplinar que desenvolve trabalho no campo do desenho, escultura, instalação, fotografia, vídeo e performance, com recurso a narrativas emocionais.Debruça-se sobre o feminismo e a exploração animal, o especismo, a desconexão entre o humano e o animal.Cofundadora e Co-diretora da galeria Sput&nik theWindow.Curadora e Programadora Cultural.Professora Assistente Convidada no Instituto Politécnico de Coimbra e Viseu.Codirectora, mediadora cultural, programadora da galeria de arte contemporânea Sput&nik theWindow
| Rider | Fundadora - Backbone Babes
Petroleader - Petrolettes Porto
Cofundadora - Ride and Roses Porto - Outubro Rosa (em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro)
Redatora - MotorMag (portal da mobilidade)
Perfil Artista: https://www.instagram.com/_ana_efe_/
Perfil Rider: https://www.instagram.com/ana.efe/
A multidisciplinary artist whose work spans drawing, sculpture, installation, photography, video and performance, drawing on emotional narratives. She explores feminism and animal exploitation, speciesism, and the disconnect between humans and animals. Co-founder and Co-director of the Sput&nik theWindow gallery. Curator and Cultural Programme Coordinator. Visiting Assistant Lecturer at the Polytechnic Institute of Coimbra and Viseu. Co-director, cultural mediator and programmer at the Sput&nik theWindow contemporary art gallery
| Rider | Founder - Backbone Babes
Petroleader - Petrolettes Porto
Co-founder - Ride and Roses Porto - Pink October (in partnership with the Portuguese League Against Cancer)
Editor - MotorMag (mobility portal)
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A Mupi Gallery é uma galeria dedicada à imagem inaugurada em Maio de 2015 no foyer da sala de espectáculos do Maus Hábitos, que acolhe, desde então, uma vasta programação de exposições individuais por artistas locais e internacionais em diferentes estados de emergência.
A Mupi Gallery tem como objectivos apoiar a criação de novas obras e experiências visuais, bem como promover o percurso artístico dos artistas convidados, através do desafio a apresentarem um novo trabalho a solo que tire partido das características e destaque singular do grande formato. Procura também promover a cena artística contemporânea nacional, dando a conhecer o trabalho sólido de artistas locais bem como novos nomes das artes visuais.
Esta galeria dedicada a exposições individuais, complementa a programação artística da Saco Azul/Maus Hábitos, por fazer um contraponto ao programa da sala de exposições, dedicado ao encontro e diálogo artístico através de exposições colectivas e de cruzamento.
A Saco Azul convida um artista por mês a ocupar o tríptico retro-iluminado, promovendo, via bolsas de apoio à produção, a criação de obras que utilizem a imagem como meio de criação contemporânea, afirmando ou questionando o seu papel na atualidade. Composta por 3 Mupis de comunicação publicitária urbana cedidos pela JcDecaux ao Maus Hábitos, esta galeria não só é interessante pelas suas características físicas, como também pelo impacto cultural e conotação comercial inerente aos suportes. Ao artista fica o desafio de reagir ou interagir com esta estrutura, assumindo todas as suas capacidades e conotações.