Super Bock apresenta: Circuito Super Nova no Maus Hábitos
2018
28 Setembro

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22:00

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Entrada Livre
Super Bock apresenta: Circuito Super Nova no Maus Hábitos
28 Setembro

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22:00

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Entrada Livre

Poster

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Entrada Livre. Oferta do terceiro fino Super Bock às primeiras 500 pessoas

Concertos:
22h00 Abertura de portas
22h30 Baleia Baleia Baleia
23h30 Cave Story
00h30 FUGLY

DJSet:
02h00 DJ Quesadilla

17h00 Conversas de Bastidores, conversas sobre Nova Música Portuguesa com:
Tiago Castro - SBSR.FM
Henrique Amaro - Antena 3
Luís Fernandes - gnration - SEMIBREVE
Afonso Lima - ZigurFest
Luis Dixe Masquete - KILLIMANJARO - GrETUA

Descobrir uma supernova é uma raridade, e o seu brilho é superior a 100 mil milhões de estrelas da galáxia.

Depois de 24 sessões Super Nova de Norte a Sul do país, 27 bandas, 72 concertos e mais de 16000 pessoas a vibrar ao som da nova música Portuguesa, a Super Nova continua errante e procura estruturar e potenciar uma rede de casas de música ao vivo em todo o território nacional.

A organização de um circuito de espetáculos ao vivo materializa-se, pegando em 3 bandas da nova música portuguesa e produzindo uma digressão que percorre o país durante um período de tempo, possibilitando às bandas todas as condições para uma tour nacional e proporcionando aos espaços programação de qualidade e interacção entre eles.

Inicia-se agora um novo ciclo, que vai correr o país novamente em mais 6 concertos e levar a nova música portuguesa a todo o lado.

Salas:

28 Setembro Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural – Porto
13 Outubro Arco 8, Ponta Delgada, São Miguel, Açores
20 Outubro| Club Vila Real, Vila Real
10 Novembro Carmo 81, Viseu
1 Dezembro Salão Brazil - Coimbra
8 Dezembro Stereogun - Leiria

Baleia Baleia Baleia

Nascidos no seio da Zigur e formados por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria), os Baleia Baleia Baleia são um daqueles casos em que apetece dizer que o todo é maior do que a soma das partes. É difícil não devorar este disco de um trago e levar a passear na mente as letras, melodias e refrões pegajosos de temas que já fazem parte do imaginário colectivo da banda - uma escuta, por mais desatenta que seja, de Sacaplicação ou Quero ser um ecrã e vão perceber do que falamos.
Trocado por miúdos, o mesmo é dizer que os Baleia Baleia Baleia não estão para brincadeiras e prometem festa a rodos com o seu punk-rock dançável e sempre - mas mesmo sempre - mordaz.

Cave Story

Cave Story o trio das Caldas da Rainha, que se tornou um quarteto durante a tour de lançamento do seu primeiro LP West (2016), voltam às edições. O segundo longa duração tem o título Punk Academics. Depois do primeiro single Special Diners, tema preciso e enérgico que explora a economia de uma canção, o segundo single a faixa título Punk Academics é um momento de perdurável entusiasmo. Oito minutos que se dividem em todas as dinâmicas que fazem parte desse novo disco.

Ao longo do disco percorremos as lições do DIY, do punk, do hardcore. Aqui tornadas um objecto. Estudo de caso sobre a influência sem preconceito, da libertação física dos Black Flag, ludicidade dos Minutemen, ou a contemplação que nunca se perde de vista dos Television.

Fugly

Dois anos depois do primeiro EP Morning After, após muito sangue, suor e lágrimas, os Fugly seguem o seu percurso em busca do caos e da excentricidade frenética do noise e do garage, bem como a cura para a ressaca, com o novo Millennial S., a ser lançado pela editora independente O Cão da Garagem.

O álbum, completamente produzido e gravado pela banda no Adega Studios, arranca a todo o gás com Hit the Wall, Ciao (You’re Dead), Millennial S., Take You Home Tonight e Yey. Todas elas com um registo harmónico e melódico muito simples, directo ao assunto. Músicas rápidas, com pouco tempo e que em poucos versos, introduzem a história: a decadência emocional de quem acabou de ficar sozinho, perdido no meio de copos e tal, em que nem os amigos conseguem fazer nada para mudar, apenas uma epifania causada por muito desgaste psicológico. É em Delirium que temos esse ponto de viragem, o momento de reflexão. Rooftop, Inside My Head e The Sun, dão esperança à personagem de poder mudar tudo, de começar de novo e perceber a lição que foi aprendida. Vemos aqui também um registo mais apurado, fugindo um pouco à estética punk e dando-nos uma espécie de viagem ao centro do Ser. As letras são mais expressionistas e mais densas. Finalizando com uma surpresa no disco, uma música sem nome, Fugly homenageam o fechar de um ciclo e o recomeço de outro que estará para vir.

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