Juan Adrio
Visibilidad Minima
2015
Abril 4

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17:17

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Entrada Livre
Visibilidad Minima
Abril 4

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17:17

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Entrada Livre

Poster

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Juan Adrio apresenta Visibilidad Minima no Maus Hábitos.

VISIBILIDAD MÍNIMA

de JUAN ADRIO


Inauguração: sábado, 4 de abril, 18.00h


Comissário: Javier Pérez Buján


de 4 a 18 de abril


Uma colaboração entre Maus Hábitos e a Fundación Laxeiro


No próximo sábado, 4 de abril ás 18.00h, a sala de espetáculos do Maus Hábitos inaugura a projeção intitulada Visibilidad mínima do artista galego Juan Adrio (Pontevedra, 1971). Licenciado em Belas Artes pela Universidade de Vigo, Juan Adrio é um fotógrafo singular que desenvolve o seu trabalho nos limites da linguagem fotográfica, concretamente neste projeto, a fronteira entre a fotografia em branco e preto e a fotografia em cor; muito presente já na exposição intitulada Tiempo gris que se pôde ver no ano passado no Pazo da Cultura de Pontevedra, e também neste novo projeto, Visibilidad mínima, em que volta a abordar a paisagem, numa subtil série de imagens a cor que, por porventura parecem estar feitas a branco e preto, devido aos momentos meteorológicos que o artista elege para capturar com a sua câmara.


Visibilidad mínima


Com este projeto que agora apresenta na sala de espetáculos do Maus Hábitos, Juan Adrio aprofunda o âmbito do género paisagístico e apresenta-o de uma forma nova na sua trajetória: em forma de projeção de todas as imagens que completam a série, editadas como um vídeo mediante fundos em branco e sucessivas imagens que passam desse branco inicial, á névoa que abarca toda a imagem e, progressivamente vai descobrindo a paisagem que oculta: cumes de montanhas que se centram de ambos os lados da estrada de Vigo a Ourense, na Galícia.


Com uma grande força evocadora, Visibilidad mínima capta a paisagem num tempo (o inverno) e em seu lugar (a estrada de Vigo - Ourense) concretos. O resultado é uma obra cheia de sensibilidade, que exige um silencio (acústico e visual) para a sua observação, razão pela qual a sucessão de fotografias se exibe num formato a medio caminho (outra vez da ideia de limite) entre a linguagem cinematográfica (projeção, sequência) e a linguagem fotográfica (plano fixo, estatismo, silencio). Como disse Vanesa Díaz Otero, comissária da mostra na Fundación Laxeiro, Visibilidad mínima é portadora de uma estética que pode aproximar-nos, por uma parte, à arte da estampa e do desenho a tinta japonesa, o Ukiyo-e e, especialmente, o Sumi-e, de onde uma representação mínima flutua no branco maioritário do papel e, por outra parte, também a outros trabalhos contemporâneos como as fotos de nuvens nas Equivalências de Stieglitz, as nuvens presas em grandes interiores vazios de Berndnaut Smilde, as séries fotográficas de ondas de Syoin Kajii com enquadramentos muito fechados ou as grandes exposições do oceano em Sugimoto.


Por todo isto, Visibilidad mínima é um convite a uma experiência que, através da observação do exterior (a paisagem) na realidade, provoca um estado introspectivo, quase de meditação, em si que mediante certa reminiscência panteísta, na realidade, nos leva a uma viajem interior.


https://juanadrio.wordpress.com/

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